As exportações do Brasil para os Estados Unidos caíram quase dezenove por cento no primeiro trimestre, somando sete bilhões e oitocentos milhões de dólares. Com isso, o mercado norte-americano passou a responder por apenas nove e meio por cento das vendas brasileiras ao exterior, a menor participação registrada desde 1997. A retração foi generalizada e afetou duramente a indústria extrativa, a agropecuária e a indústria de transformação. O fluxo total de comércio entre os dois países caiu quinze por cento, fechando o trimestre em dezessete bilhões de dólares. Mesmo com o forte recuo, os Estados Unidos continuam sendo o segundo principal parceiro comercial do Brasil. As importações de produtos norte-americanos também recuaram onze por cento no período.
Apesar do resultado negativo no acumulado do ano, o mês de março indicou uma leve desaceleração dessa queda. As vendas de mercadorias sem sobretaxas cresceram quinze por cento, impulsionadas por uma recente redução de tarifas decidida pela Suprema Corte dos Estados Unidos. Hoje, cerca de quarenta e cinco por cento dos produtos brasileiros entram no mercado americano sem enfrentar barreiras adicionais. Ainda assim, o ambiente de negócios reflete um clima de forte incerteza, com oitenta e seis por cento das empresas preocupadas com o risco de novas restrições comerciais no futuro.
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