Santa Catarina reafirma sua posição de referência mundial na produção e exportação de carne suína, impulsionada pelo Grande Oeste, que concentra cerca de 70% da atividade do estado. O sucesso internacional é resultado da adoção de alta tecnologia, genética avançada e de um rigoroso controle sanitário, já que a região é reconhecida como zona livre de febre aftosa sem vacinação desde 2007. Esse status garantiu o acesso a mercados altamente exigentes, como o Japão e a Coreia do Sul. A dimensão da cadeia produtiva é tão expressiva que o volume gerado em 2025 seria suficiente para render dez bilhões de refeições, sendo que, em vários municípios oestinos, o número de suínos chega a superar o de habitantes.
O avanço contínuo do setor é sustentado por um modelo eficiente de integração entre agroindústrias e produtores, fortalecido pelo cooperativismo local. Dentro das propriedades, a climatização e o foco no bem-estar animal elevaram a produtividade para médias de até quinze leitões por parto e mais de trinta e três animais desmamados por fêmea ao ano. Apesar do forte ritmo de expansão e do grande potencial para aumentar a produção de proteína animal, a suinocultura catarinense precisa administrar desafios operacionais diários. A atividade lida constantemente com as oscilações do mercado internacional, os altos custos logísticos e de insumos, como milho, soja e diesel, além do desafio da sucessão familiar no campo.
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