A procura pela genética da raça charolês aumentou muito no país, e as vendas de sêmen até maio já atingiram metade de todo o volume do ano passado. A estimativa é que esse mercado dobre de tamanho até o fim de 2026. A raça tem sido muito usada no cruzamento com outros bovinos, o que ajuda a aumentar a quantidade de carne em até três por cento. Na prática, isso gera animais que chegam a pesar setenta quilos a mais na hora do abate, trazendo mais lucros.
Para melhorar ainda mais os rebanhos, a seleção desses animais agora conta com testes de DNA modernos, com os primeiros resultados previstos para 2027. Além disso, exames de ultrassom e testes de alimentação ajudam a escolher os bois que comem menos e ganham mais peso. Essa tecnologia melhora a qualidade da carne e ajuda o trabalho dos criadores, tanto na criação solta no pasto quanto em espaços fechados.
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