A colheita da Palora, uma pitaya de inverno originária do Equador, começou na cidade de São João do Sul, no Sul de Santa Catarina. Em uma área de cinco hectares, a expectativa é colher 50 toneladas da fruta nesta safra. Cultivada na região desde 2018, essa variedade demora até cinco anos para produzir em grande quantidade. A grande vantagem comercial é que ela permite aos agricultores ter trabalho e renda quase o ano todo, estendendo a oferta de pitaya na propriedade de dezembro até outubro.
O principal destaque da Palora é o seu sabor. Como a fruta demora até 120 dias para amadurecer no pé, ela acumula muito mais açúcar, alcançando quase o dobro da doçura das pitayas comuns de verão, além de ser muito nutritiva. Atualmente, a maior parte dessa produção catarinense é vendida para o estado de São Paulo, mas os produtores já estão em fase de negociação para começar a exportar a fruta para o mercado internacional.
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