O Brasil está se consolidando como um dos maiores protagonistas globais na produção de etanol de milho, com uma projeção de atingir dez bilhões de litros já na próxima safra. Esse volume expressivo deve representar um terço de todo o mercado nacional de biocombustíveis e coloca o país em uma posição estratégica logo atrás dos Estados Unidos. O grande diferencial do modelo brasileiro é o aproveitamento do cereal da segunda safra, o que permite que as usinas operem com capacidade máxima durante o ano todo, eliminando a ociosidade comum no período de entressafra da cana-de-açúcar.
Além de garantir o abastecimento de combustível, essa cadeia produtiva gera o DDG, um subproduto rico em proteínas essencial para a nutrição animal, que ajuda a aumentar a oferta de carne e leite sem a necessidade de desmatamento ou abertura de novas áreas. Com investimentos bilionários confirmados em novas plantas industriais, o setor projeta não apenas fortalecer a segurança energética interna, mas também liderar a agenda de descarbonização mundial, fornecendo matéria-prima crucial para o futuro combustível sustentável de aviação e para o transporte marítimo internacional.
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