Volume exportado no mês já supera em 3% o mesmo período de 2024, impulsionado por contratos fechados antecipadamente. No entanto, cenário atual mostra lentidão para novas vendas. As exportações brasileiras de milho ganharam força em setembro, apresentando um volume 3% superior ao registrado no mesmo período do ano passado. De acordo com um levantamento do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada (Cepea), esse resultado positivo é reflexo, principalmente, de negócios fechados antecipadamente. Segundo os pesquisadores do instituto, o bom ritmo dos embarques foi garantido por contratos firmados em momentos anteriores, quando as condições de mercado eram mais vantajosas para os vendedores. Essa estratégia permitiu que o volume escoado se mantivesse robusto, apesar do cenário atual de menor liquidez nos portos. Atualmente, a situação nos principais terminais de exportação, como Paranaguá (PR) e Santos (SP), é de lentidão. A principal causa é a pequena diferença entre os preços oferecidos para o mercado externo e os valores praticados no mercado interno. Com as cotações operando em níveis muito próximos, o interesse dos produtores em firmar novos contratos de exportação diminuiu significativamente. Dessa forma, o setor vive uma dualidade: enquanto os números consolidados do mês são positivos, a atividade corrente nos portos sinaliza um potencial arrefecimento nos embarques para as próximas semanas, caso a paridade de preços entre o mercado doméstico e o internacional se mantenha.
(Fonte: Canal Rural)
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