A China retomou as compras de soja dos Estados Unidos, mas os volumes continuam abaixo da meta firmada de 12 milhões de toneladas até o fim de 2025. Especialistas apontam que o Brasil permanece como o fornecedor mais competitivo, pois, mesmo com a redução da tarifa de importação norte-americana para 13%, o grão brasileiro entra no mercado chinês com uma taxa de apenas 3%. Além disso, a soja dos Estados Unidos custa atualmente cerca de 1,20 dólar a mais por bushel do que a produção nacional.
O mercado avalia que as estatais chinesas devem concentrar as compras nos Estados Unidos para cumprir acordos políticos, enquanto as empresas privadas seguirão priorizando o Brasil devido ao preço mais baixo. A expectativa é que o diferencial competitivo brasileiro aumente ainda mais com a chegada da nova safra ao mercado internacional a partir de fevereiro de 2026, consolidando o país na liderança das exportações mesmo com o novo fluxo comercial entre Washington e Pequim.
Fonte: Canal Rural
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