A expansão da produção de etanol de milho no Brasil está provocando um efeito colateral inesperado: a queda nos preços globais do açúcar. Com a forte concorrência do biocombustível à base de milho, as usinas de cana-de-açúcar estão sendo afastadas desse mercado e, como resultado, destinam uma parcela recorde da safra para a produção de açúcar. Esse aumento na oferta do adoçante já fez os preços caírem mais de 20% neste ano, atingindo o menor nível em quatro anos.
Essa nova dinâmica desafia usinas como Raízen e São Martinho, que historicamente alternavam a produção entre açúcar e etanol, dependendo do que era mais lucrativo. Agora, elas podem ter que manter o foco no açúcar, mesmo com preços baixos. O etanol de milho deverá representar 32% de todo o biocombustível produzido no país na próxima safra, e a expectativa é que o Brasil produza um recorde de 43 milhões de toneladas de açúcar, pressionando ainda mais o setor.
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