A avicultura nacional encerra 2025 com saldo positivo, mesmo após o registro do primeiro foco de influenza aviária em uma granja comercial no Rio Grande do Sul, ocorrido em maio. O incidente sanitário resultou em embargos temporários por parte de grandes importadores, como China e União Europeia, exigindo o redirecionamento da oferta para o consumo doméstico e a abertura de mercados alternativos, com destaque para o México. Apesar das restrições e da volatilidade inicial, o setor reaqueceu as vendas externas no último trimestre e deve fechar o período com crescimento na produção estimado entre 1,4% e 3%.
Para 2026, as projeções indicam uma expansão moderada de cerca de 2% na atividade, impulsionada pela demanda interna firme e pela competitividade de preço do frango em relação a outras proteínas. A expectativa é de estabilidade nos custos de produção e normalização plena dos embarques para os parceiros tradicionais. O setor, no entanto, mantém alerta máximo na biossegurança, uma vez que a circulação do vírus nos Estados Unidos e a migração de aves silvestres representam riscos contínuos para a cadeia produtiva global.
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