O Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) de Palmitos iniciou uma nova fase de atendimentos. Após a assinatura de um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) para solucionar problemas estruturais e a falta de profissionais, demandas antigas desde 2017, a unidade conta agora com um novo espaço físico e expandiu seus projetos de saúde mental.
Em entrevista à OESC TV, a coordenadora do CAPS, Débora Riese, destacou que a prioridade é o fortalecimento do vínculo com os pacientes. A administração construiu uma sede ampla e realizará concursos públicos para fixar a equipe multidisciplinar, que hoje dispõe de médicas, psicólogas, enfermeiras e assistente social.
O centro oferece 11 grupos terapêuticos, abrangendo desde crianças e adolescentes até dependentes químicos. Entre os destaques estão o projeto “Brasil Alfabetizado”, que ensina leitura e escrita para resgatar a cidadania dos usuários, e o “Projeto Adolescer”, uma ação preventiva nas escolas para debater temas como bullying.
Com R$ 168 mil em emendas impositivas do legislativo municipal, o CAPS também investirá na criação de um ateliê de costura e uma marcenaria. Segundo Débora, o objetivo é proporcionar a geração de renda para os pacientes, integrando-os ativamente à sociedade. Os recursos também focarão nas Práticas Integrativas e Complementares (PICS), buscando um cuidado humanizado que reduza internações e o uso excessivo de medicamentos.
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