O mercado físico do boi gordo registrou um cenário de negociações acomodadas no decorrer desta semana, impactado diretamente pelo conflito no Oriente Médio. Na B3, os preços futuros do animal também apresentaram expressiva desvalorização, refletindo o cenário especulativo e as incertezas da indústria quanto às exportações de carnes para os países da região afetada pela guerra. De acordo com especialistas, tudo indica que a tendência para o curto prazo é de um cenário de preços negativo. Regionalmente, as cotações permaneceram inalteradas em Dourados, no Mato Grosso do Sul, e em Cuiabá, no Mato Grosso, ambas negociadas a trezentos e quarenta reais. Já em Vilhena, em Rondônia, o mercado apontou um avanço de mais de um e meio por cento, alcançando trezentos e quinze reais.
Enquanto isso, no mercado atacadista, os preços da proteína também estiveram acomodados durante os últimos dias. O viés atual sugere que ainda há espaço para uma alta moderada nos preços dos cortes de carne com osso. Apesar disso, analistas destacam que a carne bovina segue perdendo competitividade em relação a outras proteínas concorrentes, em especial na comparação direta com a carne de frango. Atualmente, o quarto traseiro bovino segue cotado a vinte e sete reais por quilo, o quarto dianteiro continua precificado a vinte e um reais por quilo, e a ponta de agulha se mantém no valor de dezenove reais e cinquenta centavos o quilo. O cenário continua sendo de atenção e cautela para os exportadores de proteínas de origem animal diante das indefinições globais.
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