A safra histórica e a alta competitividade do trigo da Argentina no mercado internacional começam a impactar diretamente o custo de importação no Brasil. Em menos de três meses, o país vizinho já exportou 9,4 milhões de toneladas do grão, um volume 87% superior à média dos últimos cinco anos. Enquanto o produto dos Estados Unidos, como o do tipo HRW, e o europeu apresentam valores FOB mais altos, o trigo argentino mantém preços significativamente mais baixos.
Essa vantagem financeira compensa parte do custo logístico e sustenta a forte demanda internacional pelo produto. Para o mercado brasileiro, o cenário exige atenção redobrada aos relatórios e fluxos comerciais. Como o Brasil depende tradicionalmente dessas importações, o volume embarcado e os preços praticados pela Argentina seguem sendo decisivos para a formação das cotações internas, impondo novos desafios à rentabilidade dos produtores locais e ditando as estratégias da indústria nacional.
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