A escalada do conflito militar no Oriente Médio acendeu um alerta no agronegócio brasileiro. Embora o Irã represente menos de 1% das exportações totais do Brasil, o país é um parceiro estratégico e um grande comprador de grãos. No ano passado, o mercado iraniano importou quase US$ 3 bilhões em produtos nacionais, sendo o milho e a soja responsáveis por 87% desse total. Agora, o setor teme que bloqueios em rotas marítimas e novas restrições comerciais dificultem o escoamento das safras, atrasando contratos e prejudicando as entregas.
Os reflexos da guerra também pressionam os custos de produção dentro das fazendas brasileiras. A instabilidade na região impulsiona a alta do petróleo, o que encarece diretamente o preço dos combustíveis e do frete no mercado internacional. Além disso, o Brasil importa dezenas de milhões de dólares em adubos e fertilizantes iranianos todos os anos. Com o risco de interrupção no fornecimento desses insumos básicos, produtores rurais podem enfrentar gastos operacionais mais elevados e margens de lucro mais apertadas nas próximas etapas de plantio.
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